quarta-feira, 9 de agosto de 2017

O Motor que dobra o espaço

Por: Bernardo Coelho, Bernardo Oliveira, Lucas Resedá, Matheus Duarte


Você já imaginou fazer uma viagem interplanetária em poucos minutos? Ou quem sabe vencer a própria luz em uma corrida? O que parece pura ficção científica talvez possa ser possível algum dia. Agora vamos falar sobre o motor de dobra espacial, um motor que dobra o próprio espaço para pegar um atalho.

           
A corrida impossível

Vamos imaginar que você foi desafiado para uma corrida muito importante. Sua adversária será a luz. Você, armado com a Millenium Falcon, nave importante dos filmes Star Wars, acelera com força máxima eee... Perde miseravelmente, pois ignorou um fato muito importante.

Em Star Wars, é dito que as naves podem viajar mais rápido que a luz. Porém, segundo o vovô Einstein, nada é mais veloz do que a luz. Qualquer objeto que pode ser considerado matéria possui massa, que é, resumidamente, resistência à aceleração. Porém, quanto mais veloz um objeto fica, mais difícil fica de acelerar, ou seja, precisa de mais energia. Portanto, para chegar na velocidade da luz, precisa-se de energia infinita.

Também estamos ignorando que um objeto na velocidade da luz fica completamente parado no tempo, por motivos um pouco complexos. Não seria nada legal viajar pelo universo estando congelado no tempo. Mas, e se você conhecesse um atalho?

Já sabemos então que, no máximo, com muita energia, você poderia chegar próximo da velocidade da luz, mas ainda perderia a corrida. Além do que fica por sua conta arranjar tanta pilha!! Mas não perca as esperanças. Uma nova empresa revolucionária lhe apresenta um motor que dobra o espaço, mas infelizmente sem garantia.

Um grande atalho

Vamos agora entender como funcionaria esse seu motor de dobra espacial. Primeiramente, jogue fora essa sua lata velha e compre logo a USS Enterprise. Com ela seria possível vencer essa corrida numa velocidade baixíssima.

O motor teria de ser capaz de dobrar o próprio espaço para vencer a corrida.  Há duas maneiras de fazer isso, porém, no momento, falaremos apenas de uma. A sua máquina teria que ser capaz de criar um buraco de minhoca. Com isso, em vez de percorrer todo o trajeto, sua nave pega um atalho e chega primeiro do que a luz, mesmo estando a velocidades mais baixas.

Como visto na imagem ao lado, a sua nave pegaria um belo de um atalho pelo hiperespaço (o espaço entre os buracos de minhoca “o túnel”).

“Como ninguém disse que não podia, tá valendo!”

- Filósofo Bernardo Maia Coelho (um dos autores)

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